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sábado, 28 de junho de 2008

Acessório para banheiro; Saboneteira automática



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Banheiro de deficiente físico, além da acessibilidade necessária como seguir as normas NBR 9050, ter barras de apoio e etc, é interessante e importante também, produtos modernos que auxiliam o portador ao utilizar o banheiro, como: saboneteira automática, lixeira automática, bidê super automático. São itens que facilitam muito o esforço do deficiente.
E esses produtos você pode encontrar na Mil Assentos.
saboneteira automática.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Direito - Acessibilidade

Um simples olhar para desenvolvimento das metrópoles nos mostra que geralmente o seu crescimento, se tratando de arquitetura e urbanismo, não leva em consideração as necessidades de todos que dela fazem parte.

Fornecer a acessibilidade para todos é ainda um amplo desafio que enfrentamos e este objetivo apenas será atingido com a eliminação das barreiras arquitetônicas urbanísticas, da edificação, do transporte e da comunicação.


Assim, entende-se por cidade com acessibilidade para todos, aquela que nas suas edificações, seu urbanismo, seu transporte e nos seus meios de comunicação, traz condições que permitam a qualquer pessoa a sua utilização com autonomia e segurança.

A cada dia surgem novas idéias e projetos de edificações que vão tecendo, dando forma e delimitando a cidade. Essas edificações são elementos e texturas formando um grande aglomerado de necessidades e facilidades criado pelo homem e para o homem.

Hoje as novas idéias e projetos que surgem devem seguir o conceito de acessibilidade para todos, pois uma cidade é de todos, feita por todos e deve servir a todos. Suas ruas, suas praças, seus parques e seus edifícios devem ser projetados para atender a todos e não somente uma parcela da população.

A sociedade da qual todos fazemos parte, da qual somos célula integrante, não deve resumir-se a elementos de inclusão ou exclusão. Nós todos somos a sociedade e as várias comunidades que a compõem são partes diferentes entre si, mas igualmente importantes e de expressão única.

Portanto a arquitetura desenvolve um papel importante na história, no processo de compreensão da sociedade como um todo único. Toda e qualquer idéia ou projeto deve ter um nascer respeitando o conceito de "acessibilidade para todos". Todo e qualquer cidadão - a pessoa idosa, a pessoa com deficiência, a gestante, o obeso, a criança - tem o livre direito de locomover-se pela cidade, usufruir dela, participar e cooperar no seu desenvolvimento.

A eliminação dessas barreiras e o entendimento de que novas barreiras não devem ser construídas passará a ser uma realidade para profissionais como arquitetos, engenheiros, urbanistas, pois devemos planejar, projetar e construir levando em consideração as limitações, capacidades e necessidades que as pessoas apresentam.

Assim, devemos entender de uma vez por todas que não são as pessoas que são portadoras de deficiência e sim as edificações, transportes, praças, as cidades em geral, que são planejados e projetados com conceitos ultrapassados, ineficientes para o uso do homem.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Banheiro

Amigos,
Vi essa história no site da ADEVA achei interessante republicar aqui no blog. Quem sabe assim, os donos de estabelecimentos tomem providencias!!
Laura é deficiente física e usa cadeira de rodas para se locomover. Certo dia, em um shopping de São Paulo, precisou ir ao banheiro. Foi surpreendida com um banheiro para deficientes físicos misto e sem trava na porta.
O fato ilustra uma situação muito comum vivida pelos deficientes na cidade de São Paulo. E suscita a questão: por que os banheiros públicos adaptados não possuem trancas?
A Norma 9050/94, da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, não especifica a obrigatoriedade da ausência de trinco. O artigo 6.8.3 diz apenas que "as portas devem ter condições de serem abertas com um só movimento e suas maçanetas devem ser do tipo alavanca, além de possuir uma barra horizontal de forma a facilitar seu fechamento".Laura procurou esclarecimento com a arquiteta Adriana Almeida Prado, que há 20 anos desenvolve projetos no Centro de Estudos e Pesquisas Administrativas Municipais - Cepam.
Segundo Adriana, "é importante que as portas tenham um trinco, desde que esteja de acordo com o artigo 6.8.3. Os trincos devem existir, pois garantem a privacidade e até a segurança dos usuários. E, considerando que alguns deficientes têm os movimentos das mãos comprometidos, o trinco deve ser grande e de fácil manuseio, de preferência que permita um só movimento, assim como é solicitado no caso das maçanetas".
Outro aspecto importante é que acha banheiros para mulheres e para homens, separados, e com identificação nítida que permita diferenciar um do outro.
Voltando à nossa personagem...
Em outra ocasião, Laura foi assistir uma palestra. Mais uma surpresa! O vaso sanitário do banheiro reservado aos deficientes estava instalado sobre uma plataforma que excedia o contorno do mesmo e impedia o acesso da sua cadeira de rodas. Laura foi conversar novamente com a arquiteta do Cepam sobre o assunto. E Adriana explicou que é muito importante que essa plataforma, chamada sóculo, acompanhe o contorno do vaso sanitário e não ultrapasse as medidas estipuladas na Norma 9050/94, que determina no máximo 5 cm do contorno da base da bacia, que deve estar a uma altura de 0,46 m do piso.
Laura estava em férias e queria viajar. Porém, começou a ficar preocupada, pois se em São Paulo encontrava tanta dificuldade quando saia de casa, em outras cidades não deveria ser diferente.
Mas... resolveu tentar. Foi para Curitiba, no Paraná.
Em Curitiba encontrou outra realidade. O acesso dos deficientes a quase todos os locais é muito tranqüilo, pois as ruas possuem guias rebaixadas que facilitam muito sua locomoção. Os banheiros dos restaurantes têm trinco nas portas, o sóculo é na altura adequada e há barras de apoio perfeitamente instaladas, a 0,30 m de altura em relação ao assento da bacia e comprimento mínimo de 0,90 m.
A válvula de descarga está de acordo com o artigo 7.2.1.3 da Norma 9050/94, que define como altura máxima 1,00 m do piso e solicita que seja manuseada com uma leve pressão, preferencialmente por alavanca.
Foi uma viagem inesquecível, principalmente porque se sentiu respeitada e garantidos seus direitos de cidadã. Mara Alves